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Publicado em  29 de Fevereiro de 2016 por José Ferrari em FOTOS, GRÁFICAS, NOTÍCIAS, TECNOLOGIA, VÍDEOS & PODCASTS.

PARA SE PENSAR !!!

02/02/2016  5:45 pm

Texto de Antonio Ermírio de Moraes:

PENSAR 1

Se você ainda não sabe qual é sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena: Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e ali. Aí chega alguém que também não tem nada para
fazer e pergunta: Será que vai chover hoje?

Se você responder “com certeza”… a sua área é Vendas: O pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.

Se a resposta for “sei lá, estou pensando em outra coisa”… então a sua aérea é Marketing: O pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando..

Se você responder “sim, há uma boa probabilidade”… você é da área de Engenharia: O pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em números.

Se a resposta for “depende”… você nasceu para Recursos Humanos: Uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.

Se você responder “ah, a meteorologia diz que não”… você é da área de Contabilidade: O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados no que nos próprios olhos.

Se a resposta for “sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuvas”: Então seu lugar é na área Financeira que deve estar sempre bem preparada para qualquer virada de tempo.

Agora, se você responder “não sei”… há uma boa chance que você tenha uma carreira de sucesso e acabe chegando a diretoria da empresa.

De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder “não sei” quando não sabe. Os outros 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação.

“Não sei” é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo e predispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão.

Parece simples, mas responder “não sei” é uma das coisas mais difíceis de se aprender na vida corporativa.

Por quê?

Eu sinceramente “não sei”.
(por Antonio Ermírio de Moraes)

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Publicado em  2 de Fevereiro de 2016 por José Ferrari em COMPORTAMENTO, CUSTOS, FOTOS, GRÁFICAS, NOTÍCIAS, TECNOLOGIA, VENDAS.

O Homem dos Custos | Revista Abigraf de Julho/Agosto 2015

06/11/2015  4:43 pm

“José Ferrari é dos nomes por trás das bases do que se pratica hoje com relação a custos e formação de preço na indústria gráfica. Percorrendo o país, ele formou toda uma geração, sendo um dos responsáveis pela criação do primeiro software de cálculo para a setor.”

 Tânia Galluzzi

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Num dos períodos mais proveitosos de sua carreira, José Ferrari cunhou a seguinte frase: “Nós não inventamos os custos nem os cálculos, mas a história da sua evolução na indústria gráfica brasileira, tem a nossa marca”. Ele não estava jogando palavras ao vento e a afirmação é válida até hoje.

Autodidata, ele se tornou referência na área de custos desde 1972, aplicando novos conceitos e criando ferramentas que facilitaram e muito a rotina nas gráficas e a negociação com os clientes.

Ferrari estava predestinado a trabalhar no setor. A mãe, Assumpta, era encarregada de acabamento quando se casou e o pai, Armando, era impressor tipográfico. Aos 11 anos, Ferrari começou fazendo de tudo um pouco na pequena tipografia que o pai montara em princípios de 1954.

Em 1970, enquanto ainda trabalhava na gráfica da família, Ferrari buscou na Abigraf uma maneira de contribuir para a modernização da tipografia, participando de um curso de formação de preços. “Me apaixonei totalmente pelo tema e comecei a fazer mapas de custos não só para nós como para outras tipografias amigas. Fui percebendo mais e mais o desconhecimento que as gráficas tinham sobre o assunto.”

A partir de 1971 a receptividade dos colegas e a carência do setor, estimulou Ferrari a criar um curso de custos e formação de preço de venda deixando de atuar na pequena gráfica da sua família.

“Um amigo meu, vendedor de papel, me ofereceu uma lista com todos os seus clientes. Aluguei uma sala de aula, criei uma apostila, desenhei uma ficha para inscrições e fui à luta. Minhas pernas tremiam quando consegui a primeira inscrição para uma turma com 11 participantes, em outubro de 1972.”

O curso decolou e não demorou muito para que alguém o contratasse para fazer aquele trabalho na empresa. Nascia, então, o Ferrari consultor, atividade que mantém até hoje. Em novembro de 1973 ele já estava frente a uma turma de 30 pessoas, na sede da Abigraf em São Paulo, para mostrar como fazer orçamentos e calcular custos de forma eficiente, focada nos resultados. Nos anos seguintes o ritmo foi se intensificando. Das turmas na Abigraf, na capital e interior somou-se à Escola Senai Theobaldo De Nigris e depois o posto de assessor técnico do Departamento de Assistência a Média e Pequena Indústria da Confederação Nacional da Indústria, CNI, cargo que manteve até a dissolução do departamento, em 1994. Além da aplicabilidade do conteúdo que ele transmitia, ajudou muito o fato de Ferrari abordar o assunto de forma simples e direta, com a linguagem do gráfico.

Pela CNI, Ferrari levou seu conhecimento para quase todo o Brasil. Foi numa dessas viagens, em 1982, que viu pela primeira vez um computador fazendo cálculos com a linguagem basic, em uma faculdade em Santa Catarina. Interessado na possibilidade de desenvolver um software para cálculos, Ferrari mergulhou no assunto, comprou um computador, depois outro, começando a fazer os mapas de custo no VisiCalc, a primeira planilha eletrônica do mundo, iniciando uma nova etapa profissional.

Percebendo que o desenvolvimento de um programa era algo bem mais complexo do que imaginava, Ferrari buscou ajuda, encontrando o jovem Rogério Yokouchi Santos, egresso de um curso técnico em processamento de dados. Desse encontro nasceu o embrião do primeiro programa de cálculo para indústria gráfica da América Latina, no início de 1983, desenvolvido pela J. Ferrari Custos e Consultoria em Informática S/C Ltda. A primeira versão saiu um ano depois, da qual foram vendidos oito sistemas. Com a ajuda dos próprios clientes, o programa foi sendo aperfeiçoado e já fazia rapidamente o cálculo de várias opções de orçamentos, que se aprovados geravam as ordens de serviço e de acompanhamento da produção.

“Aí surgiu a questão. Como seríamos remunerados no momento em que os clientes acabassem de pagar pela compra do programa e continuassem a demandar nosso suporte? Foi quando vi um anúncio da IBM para locação de softwares. Percebi que deveríamos cobrar pela assistência que prestávamos na implantação do programa, pelo treinamento das equipes, e não pelo software em sí.”

Surfando a onda da evolução tecnológica, Ferrari e equipe foram agregando novos dispositivos como o fac-símile, e assistindo de camarote a chegada da editoração eletrônica. “Em 1987 fomos fazer um curso em Rochester, nos Estados Unidos, sobre aplicações práticas do microcomputador na administração da indústria gráfica. Na feira anexa pudemos comparar o nosso programa com o que estava sendo desenvolvido lá e percebemos que estávamos exatamente no mesmo nível.”

Dos 40 clientes com os quais a empresa fechou o ano de 1986, a Calcgraf (nome adotado em 1985) pulou para 118 em 1992, quando Ferrari deixou a sociedade. Antes de sair, em 1990, ele teve de afastar-se em virtude de problemas decorrentes do excesso de trabalho. “Foram anos extenuantes. Além da Calcgraf eu continuava dando cursos, prestando consultoria e viajando pelo país. Acabei tendo uma estafa daquelas!”

Desde sua volta a carreira solo, Ferrari vem dando aulas mais diretamente nas empresas com foco na consultoria, tem duas filhas, Renata Borges Ferrari que atua em gestão estratégica de TI, projetos e treinamentos para empresas do setor e Aline Greice Ferrari, profissional da área de controladoria.

“Quando vou parar? Não sei! Mas sou um gráfico por excelência e quero continuar atendendo pessoas e empresas corajosas que gostam de pensar, fazem o que gostam de fazer e fazem o que tem que ser feito.”

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Publicado em  6 de novembro de 2015 por José Ferrari em COMPORTAMENTO, CUSTOS, FILMES, FOTOS, GRÁFICAS, LIVROS, NOTÍCIAS, TECNOLOGIA, VENDAS.

SISTEMA DE CUSTOS NA INDÚSTRIA GRÁFICA…

23/08/2013  11:09 am

“Historicamente, é interessante notar que a indústria gráfica sempre sentiu a necessidade de verificar seus custos com suficiente exatidão, a fim de poder determinar os preços de uma maneira unívoca, evitando assim grandes discrepâncias entre os preços dos diversos concorrentes, o que provocaria uma competição exagerada com conseqüências nefastas para as empresas. Podemos até afirmar que o primeiro caso, conhecido na história, do que hoje chamamos um sistema de controle de custos, talvez se tenha registrado na indústria gráfica. Referimo-nos aos Livros de Contas, de Christopher Plantin, impressor e editor em Antuérpia, o qual já possuía uma espécie de contabilidade industrial no ano de 1563. Nos Estados Unidos foi a indústria gráfica uma das primeiras que procurou definir métodos uniformes de determinação de custos a serem adotados por todos os membros da associação de classe, já desde 1887, e o primeiro manual formal de custos foi lá publicado, em 1910 (Standard Uniform Cost Finding System for Printers, by the United Typothetae of America).

Na Inglaterra, a indústria gráfica foi a primeira a estabelecer um sistema de custos (British Federation of Master Printers, 1909). As gráficas dos outros países europeus seguiram, de modo geral, o exemplo inglês. O manual mais formal e completo surgiu na Alemanha em 1937 (Kostenrechnungs-Richtlinien fuer das graphische Gewerbe) e as recomendações deste tratado possuem até hoje valor definitivo.

Os métodos calculatórios e contábeis do custo na indústria gráfica seguem, como era de se esperar, os modelos gerais elaborados pela teoria empresarial, válidos para todas as indústrias que trabalham preponderantemente por encomenda. Os conceitos básicos da teoria de custo se aplicam na indústria gráfica da mesma maneira como em qualquer outra. O que distingue talvez a indústria gráfica de grande número de outros ramos industriais, no que concerne aos sistemas de custos, é a extrema importância atribuída à determinação do custo da hora operacional, nos diversos setores da empresa. Na realidade, todo o sistema de custos na indústria gráfica gira em redor deste dado. Existe situação similar em outros ramos industriais, porém de forma menos pronunciada, seguindo esta orientação, que por insofismáveis motivos técnicos prevalece em toda a indústria gráfica, dedicaremos a devida atenção ao problema específico mencionado.”

Texto do livro:

“CUSTOS NA INDÚSTRIA GRÁFICA”
Autores: Rudolf Ornstein e
Antonio Carlos Santos Rosa
Instituto de Administração/Faculdade de Ciências Econômicas/UFRGS
ABIGRAF – Associação Brasileira da Indústria Gráfica
– Regional do Rio Grande do Sul – 1970

Publicado em  23 de agosto de 2013 por José Ferrari em CUSTOS, FOTOS, GRÁFICAS, LIVROS, NOTÍCIAS, VENDAS.